CENTRAIS
FAZEM ATO EM DEFESA DE DILMA E DA CLT
Nesta sexta-feira, 26, a presidente Dilma
Rousseff deve receber uma manifestação de peso das principais centrais
sindicais do país pela sua reeleição; CUT, Força Sindical, CTB, UGT, Contag,
CSB e outras centrais sindicais farão em várias cidades do país a mobilização
denominada "Nem Que a Vaca Tussa"; é uma referência à resposta da
presidente quando questionada se mexeria na Consolidação das Leis do Trabalho,
a CLT, como ameaçaram Marina Silva, do PSB, e Aécio Neves, do PSDB; para o
presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, o brasileiro quer manutenção dos
direitos trabalhistas conquistados nos governos Lula e Dilma; "Vamos
reeleger a presidenta que está ao lado dos trabalhadores, que tem compromisso
com nossos direitos e não com os dos banqueiros e especuladores. Nem que a vaca
tussa vamos permitir retrocesso"

A candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff, do PT, vai
receber nesta sexta-feira, 26, manifestação de apoio das principais centrais
sindicais do país. Militantes e dirigentes da CUT, Força Sindical, CTB, UGT,
Contag, CSB e de outras centrais sindicais do Brasil realizam uma mobilização
nacional denominada "Nem Que a Vaca Tussa".
O nome é uma referência à frase
da presidente Dilma em resposta a candidatos da oposição que ameaçaram mexer na
CLT. Dilma já afirmou várias vezes que não vai permitir retrocessos,
principalmente nas conquistas dos trabalhadores. "Eu não fui eleita
em 2010 para arrochar salários, desempregar e para tirar direitos dos
trabalhadores".
Para o presidente nacional da
CUT, Vagner Freitas, o brasileiro não vai admitir mudanças que prejudiquem os
direitos conquistados nos últimos 12 anos de governos Lula e Dilma. "Vamos
reeleger a presidenta que está ao lado dos trabalhadores, que tem compromisso
com nossos direitos e não com os dos banqueiros e especuladores.Nem que a vaca
tussa vamos permitir retrocesso. É isso que vamos dizer amanhã nas ruas de todo
o Brasil" .
Já o secretário-geral da Força
Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, afirmou que é importante os
sindicalistas pautarem a campanha eleitoral, colocando suas preocupações com o
país. "Estamos com Dilma porque é melhor para os trabalhadores",
garantiu.
O presidente nacional da CSB,
Antônio Neto também se manifestou. "Os discursos dos candidatos demonstram
uma grande vontade de retirar os direitos duramente conquistados pelos
trabalhadores. Esse é o quarto assassinato de Vargas".
BRASIL 247 25 de setembro de 2014 20:39
Adaptado pelo Blog do SINPROCAPE 26.09.2014 06h02m
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