ASSIM NASCEU O SINPROCAPE

ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Rotatividade setorial: dados e diretrizes para a ação sindical

Apresentação do livro

Entre outubro de 2012 e agosto de 2013, por demanda do movimento sindical e com apoio da FES (Fundação Friedrich Ebert), o DIEESE realizou uma série de seminários com dirigentes das entidades sindicais de trabalhadores bancários, da construção, do ramo metalúrgico, do comércio, de alojamento e alimentação (hotelaria) e dos químicos. As atividades tiveram como objetivo debater e investigar o fenômeno da rotatividade a partir da ótica setorial, ou seja, averiguar como o problema se manifesta entre esses trabalhadores e quais as características, diferenças ou semelhanças existentes entre os setores.
Além do estudo dos dados, os seminários propiciaram aos dirigentes sindicais debater e formular uma série de propostas com o objetivo de reduzir as taxas de rotatividade nos respectivos setores. Os resultados estão publicados neste livro, Rotatividade setorial: dados e diretrizes para a ação sindical, editado pelo DIEESE.
A obra é constituída de sete sessões, que tratam, separadamente, de cada setor, a partir dos dados da Relação de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No último capítulo estão as considerações finais, com as propostas elaboradas nos seminários.
Há dados sobre rotatividade por tipo de estabelecimento, perfil do trabalhador (sexo, cor, idade), informações sobre o tempo de vínculo empregatício, remuneração etc. Espera-se que o livro seja uma contribuição ao debate de alternativas para enfrentar o grande desafio de criar mecanismos que possam reduzir a rotatividade a patamares menos alarmantes no país, tanto no âmbito setorial quanto geral.
O DIEESE agradece às entidades sindicais que participaram dos seminários e a FES, sem os quais esta publicação não seria editada.
Os eventos contaram com a participação de cerca de 140 dirigentes sindicais das seguintes entidades: Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Confederação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores nas Indústrias da Construção e da Madeira (Conticom-CUT), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria da Construção (CNTIC), Federação Nacional dos Trabalhadores na Indústria da Construção Pesada (Fenatracop), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário (Contricom), Federação Interestadual de Trabalhadores da Indústria Metalúrgica (FTIMETAL), Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM-CUT), Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM-FS), Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços (Contracs-CUT), Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh), Confederação Nacional dos Químicos (CNQ- -CUT) e Confederação Nacional dos Trabalhadores Químicos (CNTQ).
Além dos dirigentes das confederações participaram também vários representantes de diversos sindicatos.
O fenômeno da rotatividade tem sido estudado e discutido pelo DIEESE desde 2010. Em 2011, por intermédio de convênio com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), foi publicado o livro Rotatividade e flexibilidade no mercado de trabalho. Em 2014, dando sequência à parceria, foi lançado Rotatividade e políticas públicas para o mercado de trabalho, que atualiza os dados da primeira publicação e analisa os desligamentos de trabalhadores e o aumento dos gastos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Traz ainda um conjunto de contribuições e propostas do movimento sindical para enfrentar o desafio de reduzir as taxas de rotatividade e aprimorar o Sistema de Políticas Públicas de Emprego.


Por Dieese 07/08/2014
Adaptado pelo blog do SINPROCAPE - 07.08.2014  18h31m

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