POR “FRAUDE” EM VÍDEO, PT VAI À
JUSTIÇA ELEITORAL E MP
Presidente
do PT, Rui Falcão anunciou que partido entrará com representação na Justiça
Eleitoral e no Ministério Público contra o vídeo fraudado, possivelmente por
marineiros, em que o ex-presidente Lula pede votos para a presidenciável Marina
Silva (PSB); na mensagem eletrônica original, porém, o petista apoia a
candidata ao Senado por Goiás Marina Sant'Anna, do PT; "O vídeo de hoje,
que tem Lula apoiando Marina do PSB, é uma fraude", disse Falcão;
questionado se atribuía a prática ao PSB, o dirigente petista respondeu que o
caso "precisa ser investigado. Eu não condeno por antecipação"; PT
também pediu ao Google para retirar peça do ar; no original, Lula diz: "Eu
conheço a Marina há mais de 30 anos. Por isso, tenho certeza de que ela é hoje
a candidata mais preparada para ajudar a combater as desigualdades sociais em
Goiás"; no editado, o trecho "em Goiás" é cortado

O presidente do PT, Rui Falcão,
convocou uma coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira 28 para anunciar
que o partido entrará com representação na Justiça Eleitoral e no Ministério
Público contra a "fraude" em um vídeo do ex-presidente Lula.
No vídeo original, Lula pede votos
para a candidata ao Senado por Goiás Marina Sant'Anna, do PT, mas na versão
editada, possivelmente por marineiros, o vídeo traz logomarca da campanha de
Marina Silva, candidata à presidência pelo PSB.
"O vídeo de hoje, que tem Lula apoiando Marina do PSB, é uma
fraude", disse Rui Falcão aos jornalistas. Questionado se atribuía a
fraude ao PSB, ele evitou polemizar. "Eu não sei, precisa ser investigado.
Não condenamos por antecipação", afirmou. "Nós não estamos atribuindo
a responsabilidade a nenhum partido", disse ainda.
Segundo o dirigente petista, a legenda também pediu ao Google para que
retirasse o vídeo do YouTube. Segundo o coordenador jurídico da campanha da
presidente Dilma Rousseff, a empresa tem 24 horas para identificar o autor da
publicação. Ele afirmou ainda que todas as medidas cabíveis estão sendo
tomadas, inclusive ação civil.
"Uma medida é uma representação na justiça eleitoral, pois o vídeo
pode levar o eleitor ao erro. Outra é junto ao Ministério Público. Essas são
alunas medidas pra coibir esse tipo de prática", afirmou Rui Falcão. Os
dois vídeos foram exibidos na coletiva.
BRASIL 247 28 DE
AGOSTO DE 2014 ÀS 16:34
Adaptado pelo blog do SINPROCAPE - 28.08.2014 19h20m
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