ASSIM NASCEU O SINPROCAPE

ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .

domingo, 31 de agosto de 2014

FRACASSO NO DESMATAMENTO CONTRADIZ MARINA

Colunista Paulo Moreira Leite compara números de desmatamento entre as gestões no ministério do Meio Ambiente e ironiza desempenho da "estrategista", que disse que o Brasil não precisa de "gerentes"; "A estrategista do meio ambiente Marina administrou, em média, 18.000 quilômetros quadrados de desmatamento. Com Carlos Minc, a média caiu para menos da metade: 7000. Com Izabela, encontra-se em 5560, menos de um terço do desempenho de Marina", informa; segundo o jornalista, este é um "bom termômetro de avaliação" da candidata do PSB no terreno ambiental, a menos que nesta fase – que passa uma "borracha no passado" e "tenta inventar uma nova candidata" – ela revele que "nunca" foi contra desmatamentos, como fez com os transgênicos no JN; "Que falta faz um gerente, não?"




O desempenho que Marina Silva teve na redução do desmatamento florestal enquanto esteve à frente do ministério do Meio Ambiente coloca em xeque o discurso da candidata do PSB no campo ambiental. O colunista Paulo Moreira Leite apresenta, em novo artigo em seu blog no 247, a comparação entre a gestão da ex-senadora e seus dois sucessores: Carlos Minc e Izabella Teixeira, atual ministra.
O jornalista ironiza o desempenho da "estrategista", que disse que o Brasil não precisa de "gerentes", mas pessoas com visão estratégica. "A estrategista do meio ambiente Marina administrou, em média, 18 000 quilômetros quadrados de desmatamento. Com Carlos Minc, a média caiu para menos da metade: 7000. Com Izabela, encontra-se em 5560, menos de um terço do desempenho de Marina", escreve.
"Sabe aquela conversa de que o adversário não 'está preparado' para governar o país? Pensa 'pequeno'? Olha 'baixo'? Pois é", diz Paulo Moreira Leite. "Marina tenta alvejar Dilma com o mesmo preconceito que já foi jogado contra Lula — e também era usado contra ela, no tempo em que não recebia R$ 50 000 mensais por palestras não era amiga de Neca Setúbal nem fazia 'nova política' a bordo de jatinho sem dono conhecido nem prestação de contas", prossegue.
O colunista ressalta que o desempenho da candidata em relação ao desmatamento "é um bom termômetro de avaliação" de seu discurso no terreno ambiental: "mesmo em seu terreno ela demonstrou mais blá-blá-blá do que competência". A não ser, lembra ele, que agora nesta fase – na qual Marina passou uma "borracha no passado" e "tenta inventar uma novíssima candidata", ela diga que "nunca" foi contra desmatamentos, como fez com os transgênicos em entrevista ao Jornal Nacional.


BRASIL 247 31 de agosto de 2014 às 11:04
Adaptado pelo Blog do SINPROCAPE 31.08.2014  15h59m

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