ASSIM NASCEU O SINPROCAPE

ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .

quarta-feira, 15 de julho de 2015

TIJOLAÇO: BATIDA NA CASA DE COLLOR ATINGE EM CHEIO RENAN E CUNHA

Segundo Fernando Brito, a interpretação que se deve dar a essa movimentação espalhafatosa não está nos autos dos processos, mas na construção de um suporte político para operações mais agudas: "Ninguém duvide que se vai “medir” a reação do Senado e da Câmara e preparar outros movimentos", diz 



A esta altura, creio que ninguém com um mínimo de lucidez espera encontrar provas materiais de corrupção dos casos apurados pela Operação Lava Jato dormindo nas gavetas das casas ou escritório dos acusados.
Pode até haver alguma exceção, de algum político ou empresário que habite o mundo da Lua e tenha deixados guardados bilhetes, planilhas, e-mails ou qualquer coisa do gênero que os possa comprometer.
A pistas e provas, se existirem, só podem ser reunidas por movimentações bancárias, saques, recebimentos, remessas ao exterior e outras operações do tipo, que não vão ter comprovantes guardados tal como eu e o distinto leitor guardamos recibos de pagamento das contas de luz, telefone, água…
Mesmo os computadores, qualquer guri sabe, ficam à mercê de um mero HD externo, que guarda numa embalagem do tamanho de um maço de cigarros milhares de documentos que não se queira deixar em um disco rígido local.
O que levou, então, o MP a requerer e o Supremo  a autorizar as “batidas” de hoje?
A interpretação que se deve dar a essa movimentação espalhafatosa não está nos autos dos processos, mas na construção de um suporte político para operações mais agudas.
Collor e o exibicionismo de sua coleção de carros certamente são uma “benção” para esta “ação de marketing judicial”, melhor não haveria.
Ninguém duvide que se vai “medir” a reação do Senado e da Câmara e preparar outros movimentos.
Porque não é só na Câmara Alta que Paulo Roberto Costa despejava suas benesses. Na Câmara, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras também abastecia muita gente…
Outras escaramuças virão, de  preferência durante o recesso parlamentar que começa ao final desta semana.

Fonte: BRASIL 247  15 de julho 2015  07h24m
Adaptado pelo Blog do SINPROCAPE   15.07.2015  09h56m

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