ASSIM NASCEU O SINPROCAPE

ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .

quarta-feira, 8 de julho de 2015

MARCONI RECHAÇA GOLPE E CHAMA PSDB AO BOM SENSO

Pela quinta vez em cerca de um ano, tucano de Goiás joga água fria na fervura do golpismo e diz que não cabe aos governadores do partido entrar na discussão do impeachment, segundo ele matéria de foro exclusivo da bancada federal; "Um partido como o PSDB tem diversos níveis de responsabilidade. Nós temos a responsabilidade da gestão. As bancadas e partido têm um posicionamento mais forte", contemporizou nesta terça-feira (7), no Ethanol Summit 2015, em São Paulo; Marconi, no entanto, não deixou de alfinetar o ex-presidente Lula: "O maior adversário da Dilma é o Lula, que faz uma forte oposição interna e cria constrangimentos. O fogo amigo é o que mais incomoda"; em março, ainda no calor das repercussões dos protestos contra Dilma, Marconi irritou a cúpula do PSDB ao dizer, em defesa da petista, que o Brasil não pode ser vítima da intolerância e do desrespeito, "de minorias que não querem uma democracia onde o republicanismo possa prevalecer"




O governador Marconi Perillo voltou a afirmar que não é tarefa dos governadores do PSDB assumir discurso radical a favor da saída da presidente Dilma Rouseff (PT). Tucanos, liderados pelos senadores Aécio Neves (MG) e José Serra (SP), têm propagado a onda do chamado "golpe" e querem a qualquer custo o impeachment da petista. Assim como o governador Geraldo Alckmin, Marconi defende postura republicana.
"Um partido como o PSDB tem diversos níveis de responsabilidade. Nós temos a responsabilidade da gestão. As bancadas e partido têm um posicionamento mais forte. Não cabe aos governadores do PSDB entrar nessa discussão", afirmou Marconi nesta terça-feira, ao participar do evento Ethanol Summit 2015, em São Paulo. Desafeto assumido do ex-presidente Lula, o governador goiano criticou o petista ao comentar o momento político enfrentado pela presidente Dilma. 
O tucano de Goiás, no entanto, não deixa de alfinetara acúpula petista. Para ele, o ex-presidente Lula é o principal fomentador da crise que envolve Dilma: "O maior adversário da Dilma é o Lula, que faz uma forte oposição interna e cria constrangimentos. O fogo amigo é o que mais incomoda. O PMDB é o fiel da balança para a estabilidade econômica do País. Terão uma peso decisivo para garantir a governabilidade", disse ao Estadão.

Bom senso

Em reiteradas ocasiões, notadamente em momentos de acirramento da crise política e à revelia das repreensões da cúpula do PSDB nacional, o governador tucano de Goiás levantou a voz em defesa de Dilma, da governabilidade e do republicanismo. A declaração mais importante aconteceu em 19 de março, em Goiânia, ainda no calor das repercussões dos protestos que levaram milhares de pessoas às ruas das cidades brasileiras. "O Brasil não pode ser vítima da intolerância, do desrespeito. Não pode ser vítima de minorias que não querem uma democracia onde o republicanismo possa prevalecer", disse Marconi durante lançamentos das obras do BRT de Goiânia. O governador goiano foi bastante aplaudido por uma plateia 100% formada por petistas na sede prefeitura de Goiânia, administrada pelo PT.
Na ocasião, o tucano disse ainda que, apesar das divergências programáticas de PT e PSDB, o respeito entre os agentes públicos deve ser preservado: "Sou de um outro partido, que às vezes faz oposição à senhora, mas eu não. Nunca ninguém ouviu aqui em Goiás uma palavra minha que não fosse de respeito e de reconhecimento ao trabalho de Vossa Excelência". E concluiu: "Venho como governador legitimamente reeleito do Estado de Goiás para receber uma presidente da República que foi legitimamente reeleita e que tem o meu apoio à sua governabilidade."
Dias antes, em fevereiro, em missão internacional à França, Marconi declarava ao jornal goiano O Popular que seu partido, o PSDB, não deveria estimular uma espécie de terceiro turno das eleições: “Trabalhei para o Aécio, ele teve uma grande votação em Goiás, mas ele perdeu, nós perdemos. Acho que a Dilma precisa ter condições de governabilidade, precisa tomar muitas medidas que só ela pode tomar, mas ela tem o direito a governar. Ela ganhou”
Marconi sempre louvou o trabalho de Dilma e, se não era possível tecer elogios, pelo menos não carregava na crítica. Foi o que aconteceu no último domingo, na Convenção Nacional do PSDB que reconduziu Aécio Neves à Presidência do partido. Ao discursar, Perillo mirou sua artilharia contra o ex-presidente Lula. "Na convenção passada, quando nosso querido Aécio foi eleito presidente, eu disse aqui algumas coisas que não agradaram a alguns. Eu chamei esse líder do lulo-petismo de canalha e aqui as coisas estão comprovando que eu não estava faltando com a verdade”. Sobre Dilma, no entanto, o tucano não abriu o bico.


Fonte: GOIÁS 247  07 de julho 2015   19h28m
Adaptado pelo Blog do SINPROCAPE   08.07.2015  06h27m 

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