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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

ANTICANCERÍGENO EXTRAÍDO DE SALIVA DE CARRAPATO SERÁ TESTADO EM HUMANOS


Rio de Janeiro, 30 out (EFE). Pesquisadores do Instituto Butantan testarão em humanos uma substância de combate ao câncer desenvolvida a partir de uma molécula extraída da saliva do carrapato e que já foi experimentada com sucesso em animais, informaram fontes oficiais nesta quinta-feira.

Os responsáveis pelo estudo apenas esperam a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar a primeira fase de experimentos em humanos, informou o centro de pesquisa biomédica.

A substância com potencial anticancerígeno foi extraída da saliva do carrapato-estrela ('Amblyomma cajennense') e até agora se mostrou eficaz para combater tumores cancerígenos, especialmente de pâncreas, rim e melanoma (câncer de pele).

Os experimentos realizados nos últimos dez anos pelos pesquisadores do Instituto Butantan mostraram que o produto é capaz de destruir totalmente os tumores sem causar dano nas células sãs.

Os estudos mostraram que a molécula é rapidamente eliminada por animais saudáveis, mas que demora para ser expulsa por animais com câncer.

'Quando analisamos as proteínas que induzem à morte do tumor combatido concluímos que as células são acionadas pela molécula com a qual estamos trabalhando. Estamos muito confiantes por isso', explicou Ana Marisa Chudzinski-Tavassi, diretora do Laboratório de bioquímica e biofísica do Butantan e coordenadora do projeto.

A pesquisadora admitiu que os estudos com animais foram bem-sucedidos, mas em condições totalmente controladas. Os experimentos com humanos ainda são uma incógnita.

'Com animais eu sei quando induzi o câncer e quando comecei a tratá-lo. Isso não é possível para um paciente. É preciso testar em pacientes em uma fase diferente da doença para ver se a molécula funciona', afirmou.

De acordo com a pesquisadora, 'ainda não é possível dizer' se será alcançado 'um resultado melhor em humanos apenas usando a molécula'.

Ela explicou que, inicialmente, o Butantan começou a investigar a possibilidade de desenvolver anticoagulantes com a saliva do carrapato, já que o animal consegue impedir que o sangue dos animais dos quais é parasita se coagule.

Os estudos permitiram identificar que uma das moléculas da saliva do carrapato tinha a capacidade de atuar contra a proliferação de células tumorais. A molécula identificada já foi patenteada no Brasil e no exterior pelo Butantan. 


MSN   03 de novembro de 2014   17:23
Adaptado pelo Blog do SINPROCAPE  03.11.2014  09h12m 

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