ASSIM NASCEU O SINPROCAPE

ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Para centrais sindicais, rotatividade é causa de altos gastos com seguro-desemprego
Para entidades, só fraudes não explicam gasto elevado

SÃO PAULO - As principais centrais sindicais apresentaram nesta quinta-feira ao governo um conjunto de propostas para conter o crescimento das despesas com o seguro-desemprego que, segundo o Ministério da Fazenda, deve superar os R$ 40 bilhões este ano. O diagnóstico dos sindicalistas é que o crescimento dos desembolsos com o benefício é decorrente do aumento da formalização do mercado de trabalho (nos últimos dez anos, foram mais de 20 milhões de novos postos com carteira assinada) e do crescimento do salário mínimo. As fraudes - como havia sugerido o ministro da Fazenda, Guido Mantega - existem, mas não seriam o principal problema frente às desonerações e à Desvinculação de Receitas da União (DRU), utilizadas pelo governo para fechar suas contas, que já tiraram do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) R$ 130 bilhões nos últimos dez anos.

- Se há fraudes, um bom sistema e a polícia resolvem. Mas a combinação desses dois movimentos (mais trabalhadores com carteira assinada e alta do salário mínimo) foi o que elevou o dispêndio do seguro-desemprego, o que não é um problema. O problema é por que, mesmo tendo um mercado mais vigoroso e reduzindo o desemprego, continuamos com uma rotatividade da mão de obra ocupada na mesma intensidade de dez anos atrás? É isso que temos que responder - disse Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese e porta-voz das seis centrais que se reuniram por mais de três horas com o secretário de Política Econômica, Márcio Holland, em São Paulo.

Uma nova reunião com o governo foi marcada para o próximo dia 18, quando serão apresentadas ações para atacar e reduzir o problema da rotatividade, fazendo com que o trabalhador permaneça mais no emprego e, por estar trabalhando, deixe de utilizar o seguro-desemprego. As medidas serão formuladas pelos representantes do governo (os ministérios da Fazenda e do Trabalho e Emprego) e do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e terão como foco a reorganização do sistema público de intermediação de trabalhadores, a redução do custo de recolocação e a vinculação das desonerações com Pis/Cofins à queda da rotatividade do emprego.

O Globo
LINO RODRIGUES :7/11/13 - 23h40


Adaptado pelo blog do SINPROCAPE - 08.11.2013 06h58m

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