ASSIM NASCEU O SINPROCAPE

ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .

sábado, 2 de novembro de 2013

Governo quer exigir curso no 1º pedido de seguro-desemprego
Hoje, exigência ocorre só na 2ª vez. Objetivo é conter gastos


Aperto. Segundo Mantega, algumas empresas podem estar fraudando o seguro-desemprego
       
Preocupado com a deterioração das contas públicas, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou ontem que o governo vai adotar medidas para reduzir suas despesas com seguro-desemprego e abono salarial. Uma delas é passar a exigir que trabalhadores façam cursos de qualificação profissional já na primeira vez que solicitarem o seguro-desemprego. Hoje, essa exigência é feita na segunda vez que um trabalhador busca este benefício.
Segundo Mantega, a regra ajudaria não apenas a reduzir a rotatividade no mercado de trabalho, pois ele passaria a contar com pessoas mais qualificadas, mas também a diminuir os gastos do governo:
Vamos reduzir essa rotatividade que é muito grande no Brasil e qualificar mais. Além disso, temos urgência de reduzir essa despesa ou pelo menos impedir que ela continue crescendo.
     
Déficit recorde no fat
No radar da equipe econômica também está a alta dos desembolsos com o abono salarial, que somam RS 24 bilhões por ano. Neste caso, o problema é a vinculação do benefício ao salário mínimo. Por isso, alguns técnicos do governo já defendem nos bastidores o fim dessa indexação. Juntas, as despesas com abono e seguro-desemprego somam quase RS 47 bilhões.
O abono deve alcançar RS 24 bilhões, uma cifra parecida com o Minha Casa Minha Vida. Estamos avaliando o que pode ser feito disse Mantega.
O aumento das despesas com seguro desemprego e abono salarial tem impacto nas contas do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) que, como revelou O GLOBO na última segunda-feira, terá déficit recorde de R$ 7,2 bilhões este ano.
O ministro afirmou ainda que o governo trabalha com a possibilidade de algumas empresas estarem fraudando o seguro-desemprego. Elas estariam demitindo os empregados para que eles possam receber o benefício e continuar trabalhando informalmente. O ministro sabe que mudanças no abono e no seguro-desemprego são polêmicas e podem enfrentar resistência das centrais sindicais. Por isso, quer debater o assunto com as entidades.
O governo já vem adotando medidas para reduzir os gastos com seguro. Em outubro, foi editado decreto determinando que o trabalhador procurasse qualificação já na segunda vez que solicitasse o beneficio. Antes, isso só ocorria na terceira vez.
O desafio, porém, não se limita a reduzir as despesas. Poucos trabalhadores conseguem se matricular nos cursos de qualificação profissional. Segundo levantamento do Ministério do Trabalho, 7,7 milhões de pessoas receberam o seguro em 2012, mas só 46.481 foram matriculadas. Em 2013, de 5,7 milhões de trabalhadores beneficiados, só 50.803 apresentaram comprovante de matricula. Os cursos são gratuitos (no Senai e Senac), do Pronatec, parceria entre os ministérios da Educação e do Trabalho. Segundo o ministro, existem hoje quatro milhões de vagas nesses locais.
Publicado em 01/11/2013 no O Globo.
Adaptado pelo blog do SINPROCAPE - 02.11.2013 06h57m

Nenhum comentário:

Postar um comentário