SINDICATO DOS EMPREGADOS, VENDEDORES E VIAJANTES DO COMÉRCIO, PROPAGANDISTAS, PROPAGANDISTAS VENDEDORES, PROMOTORES DE VENDAS E VENDEDORES DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS DA CIDADE DE CARUARU, E REGIÕES DO AGRESTE E SERTÃO DE PERNAMBUCO,
FUNDADO EM 02/04/1989 - REGISTRO SINDICAL MTB/SRT 24330.009395/90 - DE 23/05/1989 - Email: sinprocape@sinprocape.org - fone:(81)3722-0063
ASSIM NASCEU O SINPROCAPE
ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
BOLSONARO DIZ NOVAMENTE QUE SÓ NÃO ESTUPRA
EX-MINISTRA PORQUE ELA 'NÃO MERECE'
Agressões do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ)
não tem limites; nesta terça-feira 9, ao rebater um discurso da deputada Maria
do Rosário (PT-RS) sobre direitos humanos, o parlamentar gritou da tribuna:
"há poucos dias tu me chamou de estuprador, no Salão Verde, eu falei que
não estuprava você porque você não merece"; deputado Gustavo Petta (PCdoB)
diz que pedirá apuração do caso no Conselho de Ética
O deputado federal Jair Bolsonaro
(PP-RJ) disse hoje (9), durante sessão plenária na Câmara Federal, que só não
violenta sexualmente a deputada e ex-ministra dos Direitos Humanos Maria do
Rosário (PT-RS) porque ela “não merece”. “Fica aí, Maria do Rosário. Fica. Há
poucos dias você me chamou de estuprador, no Salão Verde, e eu falei que não ia
estuprar você porque você não merece”, bradou Bolsonaro da tribuna, enquanto
Maria do Rosário deixava o plenário.
O
parlamentar pediu a palavra após a petista defender a instalação de comissões
da verdade em todas as instituições brasileiras e criticar as manifestações que
pedem o retorno da ditadura. “Mentirosa, deslavada e covarde. Eu ouvi ela
falando aqui as asneiras dela”, prosseguiu Bolsonaro, atacando também a presidenta
Dilma Rousseff (PT) por sua militância contra a ditadura e dizendo que, no
Brasil, o Dia Internacional dos Direitos Humanos “é o dia internacional da
vagabundagem”.
Bolsonaro
disse isso pela primeira vez à ex-ministra no citado Salão Verde, que fica
próximo ao plenário. Os dois discutiram durante entrevista coletiva do
deputado, em 2011, sobre redução da maioridade penal, pautada a partir de um
caso de estupro ocorrido dias antes. A deputada disse que Bolsonaro “promove”
violências com seus discursos, e ele respondeu que ela o acusava de ser
estuprador.
Maria do
Rosário disse hoje querer “distância” de Bolsonaro e que considera a atitude do
parlamentar “típica de um torturador”.
Na sequência, ele afirmou que só
não a estuprava porque ela “não merece”. Os dois trocaram empurrões, e
Bolsonaro chamou Maria do Rosário de “vagabunda”. Na época, o PT denunciou o
deputado ao Conselho de Ética da casa, mas nada aconteceu. A deputada não quis
se pronunciar sobre o caso.
O
deputado federal Jean Willys (Psol-RJ) utilizou as redes sociais para denunciar
a ofensa e afirmou que fará uma representação contra Bolsonaro na Corregedoria
e no Conselho de Ética da Câmara.
Willys,
no entanto, criticou a atuação dos órgãos, lembrando que essa não é a primeira
vez que o deputado é representado por ofensas e discriminação. “Mas o que a
Corregedoria e o Conselho de Ética da Câmara fazem contra o fascista? Nada!
Corporativistas, esses órgãos derrubam qualquer representação contra o viúvo da
ditadura militar. E ele segue impune”, escreveu.
Ofensas
desse tipo entre parlamentares correspondem a quebra de decoro parlamentar, que
pode ser punida com cassação do mandato do parlamentar.
O vídeo com as declarações de Bolsonaro pode ser acessado noportal
da Câmara, no horário 13:45:41. A discussão anterior entre ele e
Maria do Rosário pode servista no Youtube.
Histórico
Entre várias ofensas diretas contra a comunidade LGBT – sigla para
Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e outras identidades de
gênero – e as defesas que faz da ditadura, Bolsonaro ofendeu também, em 2013, a
ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci,
chamando-a de “sapatona” e dizendo que ela não tinha “compromisso com a
família”. No mesmo dia, o deputado defendeu que o Plano Nacional de
Promoção e Cidadania de Direitos Humanos LGBT, elaborado pela Secretaria
Especial de Direitos Humanos, era um “estímulo à pedofilia”.
Já neste
ano, em uma reunião com um grupo de evangélicos para discutir o projeto de lei
que institui o Estatuto da Família, Bolsonaro voltou a ofender a ministra
Eleonora. “Ela me disse ‘não é porque tenho mais de 60 anos que não continuo
fazendo sexo’. Mentira! Com aquela cara, nem com viagra na veia”, afirmou.
REDE BRASIL ATUAL 09 de dezembro de 2014 17:34
BRASIL 247 09 de dezembro de 2014 16:58
Adaptado pelo Blog do SINPROCAPE 10.12.2014 07h00m
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