ASSIM NASCEU O SINPROCAPE

ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .

domingo, 13 de outubro de 2013

O novo que nasceu velho, por Ruy Fabiano

blog do Noblat 12.10.2013 | 8h03m
Enviado por Ruy Fabiano 


A credibilidade da política brasileira é de tal ordem que linchá-la tornou-se um ativo eleitoral. Basta falar mal dos partidos e dos políticos e pronto: está estabelecido o diferencial do candidato em relação aos demais. Deu certo com Lula e com o PT.
Passaram duas décadas condenando a chamada política tradicional, assegurando ao eleitor desiludido que, elegendo-os, seria diferente. Não foi, como se sabe. Mas isso, estranhamente, não desmoralizou o estratagema. Ei-lo de volta com a dupla Marina Silva e Eduardo Campos, a novidade que nasceu velha.
Marina já o havia testado, com relativo êxito, em 2010. Apresentou-se como a política que abomina a política, embora munida do mesmo arsenal de campanha: financiamento de empresários (um deles seu candidato a vice), alianças nos estados com expectativas de cargos, promessas inexequíveis etc.
Nem poderia ser de outra maneira, mas a candidata portava-se como se fosse. Nas manifestações de junho, em que políticos e partidos foram os vilões, foi ela quem mais faturou a desilusão geral. Seu próprio partido, a Rede de Sustentabilidade, evitava o nome “partido”. Já por aí se distinguiria dos demais.
Distinguiu-se tanto que, desprezando as exigências legais, não obteve o registro. Mas a falha técnica tornou-se um discurso. A não obtenção do registro transformou-se em evidência de conspiração. Não a queriam porque seria uma ameaça à política tradicional. Pouco importou que a tese envolvesse a credibilidade de um tribunal. O importante era manter a aura de pureza.
Eis, porém, que os prazos de filiação impediam que a estratégia de vitimização fosse muito longe. Era preciso agir rápido. E Marina, como se viu, tinha um plano B. Alguns, santa inocência, supunham que ela ficaria de fora da eleição, denunciando seus métodos. Ela chegou a flertar com a tese, mas por pouco tempo.
Dois dias depois, anunciava seu casamento eleitoral, dentro da mais ortodoxa liturgia política, com o partido do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB. Deixou claro que era um rito de passagem, uma hospedagem, enquanto seu partido não sai.

Leia a íntegra em O novo que nasceu velho
Ruy Fabiano é jornalista.
Adicionado por blog do SINPROCAPE - 13.10.2013 06h47m

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