ASSIM NASCEU O SINPROCAPE

ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .

domingo, 27 de outubro de 2013

Empresa do PA paga indenização de R$ 6,6 milhões por trabalho escravo

27/10/2013 por a Gazeta 

               Divulgação/Polícia Rodoviária Federal


Trabalho escravo/na região nordeste do Pará foi combatido pela Polícia Federal no início do mês
A Justiça Federal do Trabalho de Marabá, no sudeste do Pará, multou a empresa Lima Araújo Agropecuária em R$ 6,6 milhões por prática de trabalho escravo. Segundo o juiz Jonatas dos Santos Andrade, esta foi a maior condenação trabalhista do país por conta de funcionários mantidos em regime de escravidão.
A fiscalização nas fazendas Estrela de Alagoas e Estrela de Maceió, localizadas no município de Piçarra, sudeste do Pará, entre os anos de 1998 e 2002. 180 trabalhadores mantidos em condições precárias foram resgatados das fazendas, e agora estas pessoas estão recebendo as indenizações.
"É a maior condenação por trabalho escravo do Brasil, resultando em acordo que significa que já há o pagamento desta indenização. Até então era apenas a condenação, mas evoluímos para a solução desta dívida", conta o juiz.
A empresa já depositou a primeira das seis parcelas anuais de R$ 1,1 milhão, e teve os bens e contas desbloqueados pela Justiça do Trabalho. "Ela buscou a Justiça do Trabalho, e reuniram várias vezes para tentar chegar a um consenso do que seria este valor, porque já se passaram muitos anos", disse Claudia Maria Gomes, advogada da empresa.
Segundo Jonatas Andrade, as açõesde combate a escravidão já mostra resultados no Pará, embora a prática ainda seja identificada no estado. "Do ponto de vista prático, percebemos que não há libertação de grande número de pessoas, centena de trabalhadores, como havia em tempo recente. Atualmente essas libertações são pulverizadas em grupos menores", ressalta.

Adaptado pelo blog do SINPROCAPE - 27.10.2013 09h54m 

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