ASSIM NASCEU O SINPROCAPE

ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .

terça-feira, 27 de maio de 2014

Se fosse um país, classe C brasileira estaria entre os 20 maiores do mundo

Impulsionada pelo aumento da renda e da oferta de crédito, uma parcela relevante da população ascendeu das classes D e E, nos últimos anos, para a classe C e passou a ser chamada de nova classe média. Cerca de 108 milhões de pessoas estão nessa camada social que movimentou nada menos que R$ 1,17 trilhão em 2013.

Com renda mais alta e crédito farto, a nova classe média foi às compras. Reformou a casa, comprou móveis, trocou o tanque pela máquina de lavar roupa e comprou TV de LCD: um dos símbolos da melhoria de vida. Parte desse grupo passou a frequentar academia de ginástica, contratou TV a cabo e internet banda larga. Por tudo isso, a classe média é responsável por 58% do crédito no Brasil.

Se a classe C brasileira fosse um país, estaria no G-20, o grupo das 20 maiores nações do mundo. Ficaria em 12º lugar em população e seria a 18ª nação em consumo.

Segundo o Instituto Data Popular, especialista no assunto, a classe média está mais presente na Região Sudeste. Nela, vivem 43% das pessoas nessa faixa de renda. Em seguida, aparece o Nordeste, com 26%. No Sul, moram 15% das pessoas da classe C. Já o Centro-Oeste tem apenas 8% dessa população. E na Região Norte, estão os 8% restantes.

Entre os jovens da classe C, que somam 19% da população dessa faixa de renda, 57% têm emprego com carteira assinada, 72% acessam a internet e já se endividaram. A maior parte desse contingente da população, 39%, tem idade média de 40,4 anos e 48% têm ensino fundamental completo.

O grupo mais escolarizado soma 16% dessa classe. Nessa parcela, 42% cursam ou já concluíram o ensino médio e 19%, o ensino superior.

Mas é também essa classe que está mais suscetível à alta de preços. Seu orçamento doméstico é mais comprometido com o grupo alimentos e bebidas, que tem subido bem acima da inflação média nos últimos dois anos. Em 2012, a alta fora de quase 10%, contra a inflação média de 6%. No ano passado, a alta se aproximou de 9%.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que acompanha a variação de preços de famílias que ganham até seis salários mínimos, faixa de renda na qual se encaixa a classe C, está subindo um pouco acima do outro índice, o IPCA, que orienta o sistema de metas de inflação do governo e mede a oscilação de preços de famílias que ganham até 40 salários mínimos. Em abril, o INPC foi de 0,78% contra 0,67% do IPCA.

O aumento dos ônibus urbanos, que ficou represado no ano passado com as manifestações, também deve pesar mais no bolso da classe C este ano.



O Globo 25/05/2014 
Adaptado pelo blog do SINPROCAPE - 27.05.2014  07h14m

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