ASSIM NASCEU O SINPROCAPE

ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .

sábado, 10 de maio de 2014

Farmacêutica Eli Lilly é condenada em R$ 1 bilhão por contaminar trabalhadores

Segundo MPT, funcionários estavam expostos a substâncias tóxicas na fábrica de Cosmópolis, interior de São Paulo


A Eli Lilly do Brasil foi condenada em R$ 1 bilhão pela contaminação de trabalhadores por substâncias tóxicas e metais pesados em uma fábrica de medicamentos em Cosmópolis, interior de São Paulo.
A multinacional americana e sua subsidiária brasileira foram alvo de ação civil pública em 2008, após evidências comprovarem exposição de funcionários a contaminantes no processo produtivo da fábrica, além de gases e metais pesados produzidos pela queima de lixo tóxico.


                       A Eli Lilly deverá pagar multa de R$ 100 mil por dia no caso de descumprimento das regras

Segundo nota publicada no site do Ministério Público do Trabalho, a empresa terá de custear o tratamento de saúde de todos empregados, ex-empregados, autônomos, terceirizados — que prestaram serviços no período mínimo de seis meses no complexo industrial — e os filhos desses trabalhadores.
A Justiça também proibiu as empresas de enterrarem resíduos tóxicos no solo e de explorarem atividade econômica no parque fabril pelo período de um ano, “em razão da degradação ambiental ocasionada pela contaminação por produtos químicos”
Os laudos técnicos apontam a presença de substâncias perigosas nas águas subterrâneas no terreno da fábrica, tais como benzeno, xileno (solvente), estireno (usado para a fabricação de veneno contra ratos), naftaleno (também conhecido como naftalina), tolueno (que compõe a cola de sapateiro), omeno e isopropil benzeno.
Em caso do descumprimento de qualquer item da sentença, a empresa deverá pagar multa de R$ 100 mil por dia.
Em nota, a Eli Lilly informa que vai recorrer. "Não foram identificados na área da fábrica indícios de metais pesados nem pela empresa, nem pelas consultorias especializadas, nem pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), o que torna inconsistente a alegação de que ex-funcionários teriam sido contaminados por estes elementos", argumenta a empresa.

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Por Patrícia Basilio - iG São Paulo 09/05/2014 14:32
Adaptado pelo blog do SINPROCAPE - 10.05.2014  08h44m

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