ASSIM NASCEU O SINPROCAPE

ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .

segunda-feira, 29 de julho de 2013


Por Jorge Ramos Mizael* domingo, 28 de julho de 2013




A política brasileira tem sido palco de escândalos que abalam a confiança do cidadão-eleitor e desestimula a participação popular nas várias esferas de governo e poder. A demonização da política está ligada à maçante divulgação de atos de corrupção praticados por alguns agentes públicos. Esses atos, de maneira geral, se resumem ao desvio e ou mal uso de verbas públicas.
Porém, um político corrupto é tão detestável quanto um policial que aceita suborno, um médico que bate o ponto na rede pública e corre para atender na sua clínica particular e um eleitor que vende o seu voto.
Deste modo, dizer que todos os policiais recebem suborno, que todos os médicos forjam os seus pontos ou que todo eleitor é vendido não expressa a realidade. De nenhuma maneira se pode deixar contaminar o todo por atos de poucos e nem tampouco confundir tais aberrações com todo segmento ou instituição.
Ao longo dos últimos anos, a população tem se afastado continuamente da política e da sociedade civil organizada. Esse distanciamento deve-se à pintura midiática de que políticos são seres aterrorizantes, dotados de poder e de maldade.
A grande parte dos atos praticados nas esferas de poder espelha - quer queira ou não - a nossa sociedade, em todas as suas dimensões. Sendo bem realista, o desvio moral não é uma exclusividade dos agentes políticos, mas, sim, inerente à personalidade humana.
Ainda assim, as decepções não devem desestimular a participação popular nas instâncias de poder e nem findar na desmoralização total da política como tem acontecido. Ademais, até onde se sabe, a política é o único meio pacífico de solução dos grandes problemas sociais.
Deste modo, somente por meio da participação maciça da população, madura e contínua estará contribuindo para o aperfeiçoando do sistema, fortalecimento da democracia e, consequentemente, ampliação das garantias individuais.
(*) Graduado em Ciência Política pelo Centro Universitário UDF. É assessor legislativo na consultoria política Queiroz Assessoria de Consultoria Ltda.
Fonte: diap.org.br
Por blog do SINPROCAPE

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