Dyelle Menezes e Gabriela Salcedo
SINDICATO DOS EMPREGADOS, VENDEDORES E VIAJANTES DO COMÉRCIO, PROPAGANDISTAS, PROPAGANDISTAS VENDEDORES, PROMOTORES DE VENDAS E VENDEDORES DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS DA CIDADE DE CARUARU, E REGIÕES DO AGRESTE E SERTÃO DE PERNAMBUCO, FUNDADO EM 02/04/1989 - REGISTRO SINDICAL MTB/SRT 24330.009395/90 - DE 23/05/1989 - Email: sinprocape@sinprocape.org - fone:(81)3722-0063
ASSIM NASCEU O SINPROCAPE
ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Dyelle Menezes e Gabriela Salcedo
Dyelle Menezes e Thaís Betat
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Adaptado pelo blog do SINPROCAPE - 15.05.2014 07h09m
segunda-feira, 12 de maio de 2014
sábado, 10 de maio de 2014
Farmacêutica Eli Lilly é condenada em R$ 1
bilhão por contaminar trabalhadores
Segundo MPT, funcionários estavam expostos a substâncias tóxicas na fábrica de Cosmópolis, interior de São Paulo
Leia tudo sobre: Eli Lilly • condenação • MPT • contaminação • funcionários
Por Patrícia Basilio - iG São Paulo 09/05/2014 14:32
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Salário mínimo é responsável por redução da desigualdade, diz professor
A valorização
do salário mínimo na última década foi responsável por 70% da redução no
coeficiente de Gini, que passou de 0,594, em 2001, para 0,527, em 2011. O
índice mede a desigualdade de renda no mercado de trabalho e, quanto mais
próximo de 0, menor a diferença entre os maiores e os menores salários.
De acordo com o professor Naercio Menezes Filho, do Insper Instituto de Ensino
e Pesquisa, a redução da desigualdade promovida pela valorização do salário
mínimo é ainda mais evidente entre as mulheres. Da redução do [coeficiente de]
Gini no mercado de trabalho, o salário mínimo é responsável por cerca de 70%. O
efeito é mais importante para as mulheres do que para os homens, já que há
muitas mulheres ganhando salário mínimo, principalmente empregadas domésticas,
disse.
O professor participou ontem (7) do seminário Política de Salário Mínimo para
20152018: Avaliações de Impacto Econômico e Social, organizado pelo Instituto
Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e pela Escola de
Economia de São Paulo (EESP/FGV).
Na mesa que discutiu a distribuição de renda promovida pelo salário mínimo, o
professor André Portela, da EESP, avaliou que, nos últimos anos, a valorização
tem beneficiado a população com renda intermediária e não os mais carentes.
Portanto, de acordo com ele, a política econômica deveria investir em outros
mecanismos de redução da desigualdade, como a ampliação de programas como o
abono salarial e o Bolsa Família.
Para o professor Marcio Pochmann, da Universidade de Campinas (Unicamp), a
valorização do mínimo precisa retomar o objetivo de quando o benefício foi
criado, de ser um parâmetro para as necessidades de sobrevivência do
trabalhador.
O salário mínimo foi estabelecido na década de 1940 como a média do salário
urbano e era acima do PIB [Produto Interno Bruto] per capita. Representava um
componente de garantir o mínimo para a força de trabalho. Com a política de
arrocho da década de 1960, o mínimo não acompanhou a inflação. Somente a partir
do Plano Real, o mínimo se deslocou de elemento de combate à inflação para
instrumento de combate à pobreza, relembrou.
O seminário do Ibre/FGV termina hoje (8), quando serão debatidos os temas
finanças públicas, inflação e macroeconomia do salário mínimo. O objetivo do
evento é debater a política econômica, com a proximidade do fim da vigência, a
partir de 2015, da atual regra para a correção do salário mínimo, que considera
a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores e a inflação
do ano corrente.
Correio Braziliense Online 08/05/2014
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Funcionário não pode ser tratado
com descaso ao ser demitido
terça-feira, 6 de maio de 2014
Já os servidores e empregados públicos que pretendem concorrer no pleito desde ano tem o até o dia 5 de julho (três meses antes do pleito) para pedir licença da repartição na qual trabalham.
- o pedido de dispensa do cumprimento e
- a obtenção de novo emprego.















