O governo não propôs seu projeto de reforma em uma campanha eleitoral porque não passou por ela, não discutiu com a sociedade porque não tem canais de diálogo com os trabalhadores e agora diz que não aceita negociar com o parlamento o ponto mais absurdo da proposta, que joga o sistema previdenciário brasileiro no rol dos mais injustos do mundo. (Leia o artigo “O que não te contaram sobre a Reforma da Previdência.”)
Na entrevista, Temer também aproveitou para anunciar que assim que o Congresso retornar das férias enviará o texto da reforma trabalhista, que virá com o mesmo modus operandi das anteriores: impositiva, dura com os mais pobres e que atende aos interesses de setores privilegiados da sociedade.

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