COM 87% DE REJEIÇÃO, TEMER EMPATA COM CUNHA E É O
POLÍTICO MAIS ODIADO DO BRASIL
Michel Temer
bateu mais um recorde de impopularidade, comprova uma nova pesquisa do
instituto Ipsos; a desaprovação ao peemedebista saltou nove pontos em um
mês e agora, pela primeira vez desde sua posse, iguala-se à taxa do ex-deputado
Eduardo Cunha, personalidade pública mais rejeitada do Brasil em reiteradas
pesquisas; de acordo com o novo levantamento, 87% dos brasileiros desaprovam a
forma como Temer vem atuando; a aprovação a Temer também sofreu mudança
relevante no período de um mês; caiu de 17% para 10% (em outubro de 2016, em
seu melhor momento, chegou a 31%); já a taxa de ruim e péssimo foi a 75%
Uma nova pesquisa comprovou aquilo que as ruas já mostram:
Michel Temer empatou com o ex-deputado Eduardo Cunha no posto de político
mais odiado do Brasil.
A desaprovação
a Michel Temer saltou nove pontos em um mês e agora, pela primeira vez desde
sua posse, iguala-se à taxa do ex-deputado Eduardo Cunha, personalidade pública
mais rejeitada do Brasil em reiteradas pesquisas.
Conforme
levantamento da Ipsos realizado no início de abril, 87% dos brasileiros
desaprovam a forma como Temer vem atuando. Em relação a Cunha, hoje preso pela
Lava-Jato, as menções negativas alcançam 90%. Como a margem de erro é de três
pontos, trata-se de um empate técnico.
"A
aprovação a Temer também sofreu mudança relevante no período de um mês. Caiu de
17% para 10% (em outubro de 2016, em seu melhor momento, chegou a 31%). Nesse
quesito, porém, ele aparece melhor que Cunha, aprovado por apenas 2%.
A Ipsos, que
faz esse monitoramento mensalmente, ouviu 1.200 pessoas em 7 2 municípios entre
1º e 12 de abril. O noticiário sobre as reformas já era intenso. As
entrevistas, no entanto, foram feitas antes da divulgação das delações da
Odebrecht, que atingiram Temer e vários outros políticos da situação e da
oposição.
No capítulo
de avaliação do governo federal, a pesquisa também traz más notícias para o
presidente. Os brasileiros que julgam a administração como boa ou ótima somam
apenas 4%, a menor taxa desde a posse. É numericamente o mesmo patamar apurado
no pior período da gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, entre setembro de
novembro de 2015.
Na ponta
oposta, a taxa dos que avaliam o governo atual como ruim ou péssimo sobe mês a
mês. Era de 59% em janeiro e fevereiro, passou para 62% em março, atingiu 75%
em abril."
Fonte: BRASIL 247 26 de abril 2017 07h19m
Adaptado pelo Blog do SINPROCAPE 26.04.2017 10h03m
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