ASSIM NASCEU O SINPROCAPE

ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

TEMER QUER REDUZIR JORNADA MÍNIMA E PAGAMENTO DE DIREITOS TRABALHISTAS
Reforma trabalhista em construção pelo governo Temer proporá uma redução da jornada mínima obrigatória pela CLT; ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse ainda que os pagamentos dos direitos trabalhistas, como férias e décimo terceiro, também serão reduzidos proporcionalmente ao estipulado em contrato; segundo ele, a intenção é respeitar acordos acertados "pela respectiva categoria na negociação coletiva", levando em conta "questões sazonais do mercado de trabalho"




A reforma trabalhista em construção pelo governo Temer proporá uma redução da jornada mínima obrigatória pela CLT. A mudança será efetivada através da assinatura de contratos atrelados ao número de horas trabalhadas, negociadas via sindicatos.
Em entrevista ao jornal O Globo, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse que os pagamentos dos direitos trabalhistas, como férias e décimo terceiro, também serão reduzidos proporcionalmente ao estipulado em contrato.
Segundo ele, a intenção é respeitar acordos acertados "pela respectiva categoria na negociação coletiva", levando em conta "questões sazonais do mercado de trabalho".
Conforme noticiado anteriormente, Temer prevê a criação de dois novos tipos de contratos de trabalho. O parcial, que definiria datas e horários para o trabalho previamente, e o intermitente, onde o trabalhador seria chamado sob demanda para serviços específicos.
O texto da reforma, que deve ser enviado ao Congresso até dezembro, também prevê a criação de um conselho autorregulador para os sindicatos, cujos integrantes seriam representantes tanto do governo quanto da classe trabalhista. Segundo O Globo, o objetivo é fixar uma unidade sindical por base territorial.
Com este formato, a proposta pode sofrer críticas tanto pelo lado dos trabalhadores, que pressionam contra a perda de direitos, como por empresários, que querem ainda mais flexibilização.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) enviou 12 propostas trabalhistas ao governo, entre elas o pedido para que negociações pessoais entre empresa e funcionário se sobreponham à lei em determinados casos e a regulamentação da terceirização.
Pela legislação atual, só se permite jornadas menores que 44 horas semanais em contratos temporários de três meses ou em contratações parciais de 25 horas semanais. A segunda opção não é muito popular entre os empresários, que a consideram muito engessada.
O planalto afirma que a proposta de reforma visa a criação de novos empregos, tendo em vista que dados da Pnad Contínua em julho mostraram que o trimestre teve maior taxa de desemprego da série histórica, iniciada em 2012. No segundo trimestre, a taxa chegou a 11,3%.



Fonte: BRASIL 247   08 de setembro 2016  12h19m   
Adaptado pelo Blog do SINPROCAPE   09.09.2016  16h07m

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