SINDICATO DOS EMPREGADOS, VENDEDORES E VIAJANTES DO COMÉRCIO, PROPAGANDISTAS, PROPAGANDISTAS VENDEDORES, PROMOTORES DE VENDAS E VENDEDORES DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS DA CIDADE DE CARUARU, E REGIÕES DO AGRESTE E SERTÃO DE PERNAMBUCO,
FUNDADO EM 02/04/1989 - REGISTRO SINDICAL MTB/SRT 24330.009395/90 - DE 23/05/1989 - Email: sinprocape@sinprocape.org - fone:(81)3722-0063
ASSIM NASCEU O SINPROCAPE
ASSIM NASCEU O SINPROCAPE - Em 06 de Março de 1987 foi fundada na cidade de Caruaru-PE, através do Propagandista Vendedor Sr. Pedro Tiago de Moura, a Associação dos Vendedores e Viajantes Propagandistas de Caruaru, neste mesmo ano, foi realizada uma consulta na Delegacia do Trabalho, tendo a frente o delegado Sr. Gentil Miranda, de como proceder para transformar a mesma em Sindicato, após várias consultas e procedimentos, no dia 02 de Abril de 1989 foi fundado o SINPROCAPE que nos dias atuais dispõem de sede própria na Rua Benjamin Larena, 169 – Bairro Divinópolis-Caruaru, Pernambuco, e assim continuamos trabalhando em prol de nossa categoria como nosso lema propõe : “UNIÃO E COMPROMISSO” .
terça-feira, 6 de setembro de 2016
MEDIDAS ANUNCIADAS SÃO TODAS DE PERDAS PARA
OS TRABALHADORES, DIZEM ESPECIALISTAS
Flexibilização das leis trabalhistas, terceirização e corte em gastos
sociais devem ter efeito contrário e agravar a recessão econômica
São Paulo – Para superar a crise econômica, o governo Michel Temer
tem defendido medidas de ajuste radical, como a PEC 241, que limita os gastos
públicos por 20 anos, e a flexibilização das leis trabalhistas, com a
ampliação da terceirização para todas as atividades, proposta já aprovada na
Câmara e agora em análise no Senado. Especialistas contestam: "As medidas
anunciadas são todas de perdas para os trabalhadores", afirma Patrícia
Palatieri, coordenadora de pesquisas do Dieese.
Sobre
a PEC 241, a economista afirma que a proposta coloca em xeque conquistas da
Constituição Federal de 1988, que estabeleceu percentuais mínimos de
investimento em Saúde – 13,2% para a União, 12% para governos estaduais e
distrital e 15% para municípios – e Educação – 18% para a União e 25% para
estados e municípios.
"A
PEC 241 é muito complicada porque, inclusive, mexe com o aquilo que foram conquistas
da Constituição de 1988, que é vincular um percentual do PIB como gastos em
educação e saúde. Ao limitar, você está mexendo nesse mecanismo e deixando mais
dinheiro livre para o governo federal fazer aquilo o que quiser", analisa
a coordenadora do Dieese, em entrevista à repórter Michelle Gomes, para oSeu Jornal, daTVT.
Sobre a proposta de ampliação da terceirização, Patrícia diz quesempre foi utilizada como ajuste para
as empresas ganharem mais, ou então, deixarem de perder. "O nosso
histórico não é bom de terceirização."
Para
o professor de pós-graduação em economia na PUC-SP Ladislaw Dowbor, a saída da
crise não está na retirada de direitos dos trabalhadores, mas, sim, no fim do
privilégio do setor financeiro, que se beneficia das altas taxas de juros.
"O
governo tem uma tática muito simples. ‘Não vamos mexer nos bancos, no rentismo,
no lucro dos que aplicam em papéis e não produzem, e vamos puxar mais dinheiro
do andar de baixo da economia’. Vão pegar a Previdência, vão pegar o salário
mínimo, as políticas sociais, o que já é tradicional da direita, que é fazer o
povo pagar", afirma Dowbor.
Ele
também contesta o discurso defendido pelo governo, e aponta outros fatores que
colocam o desenvolvimento do país em risco. "Agrande legitimidade que esse governo
tenta buscar é que ele estaria vindo remediar uma crise criada por Dilma, o que
simplesmente é falso, porque o travamento se deve a um sistema absolutamente
escorchante (exorbitante) de juros que endividou as famílias, e se travou o
investimento público ao manter a taxa Selic extremamente elevada que
transferiu, em 2015, 500 bilhões de reais do governo e das políticas sociais e
transferem para os intermediários financeiros. Isso é inviável", analisa o
professor.
Fonte: REDE BRASIL ATUAL 05 de setembro 2016 10h27m
Adaptado pelo Blog do SINPROCAPE 06.09.2016 05h32m
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